VARIABILIDADE GENÉTICA DE HÍBRIDOS DE MILHO QUANTO À SENSIBILIDADE OU TOLERÂNCIA AO ALUMÍNIO DURANTE A GERMINAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.54682/ier.v.16.p73.85Palavras-chave:
acidez, crescimento, tolerância, Zea maysResumo
O milho (Zea mays L.) é uma das culturas agrícolas mais importantes desde a antiguidade. No entanto, seu cultivo em solos ácidos pode ser limitado pela presença do alumínio trocável (Al³⁺), responsável por afetar a germinação e o desenvolvimento radicular, comprometendo a absorção de água e nutrientes e podendo causar perdas severas na produtividade da cultura. A identificação de materiais tolerantes ao alumínio tóxico pode favorecer a formação de lavouras mais resilientes ou mais tolerantes a solos com condições adversas de acidez. Com isso, este estudo avaliou a resposta germinativa de sete híbridos comerciais de milho expostos a ambientes com e sem presença de alumínio trocável, analisando parâmetros germinativos, tais como porcentagem e velocidade de germinação, comprimento de radículas e coleóptilos, além da biomassa fresca das plântulas. Observa-se que a presença de Al3+, reduziu significativamente o desenvolvimento da maioria dos híbridos, embora alguns apresentassem maior resistência, evidenciando variabilidade genética entre os genótipos avaliados. Os híbridos ExtendaxRR2 e P4285VYHR responderam relativamente melhor ao estresse por alumínio, enquanto SS204EVIP3, P40537PWU e BM855PRO2 foram mais sensíveis. A interação genótipo × ambiente foi determinante na variabilidade fenotípica observada.
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